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No plano do cidadão, as estatísticas mostram que o dinheiro exerce uma influência extraordinária no cotidiano das pessoas, com conseqüências de várias ordens.
Para exemplificar, um terço dos casamentos são desfeitos por desavença financeira; um quarto do que se ganha mensalmente é destinado a pagar juros bancários.
Por outro lado, quando há compreensão de como se deve utilizar o dinheiro, as pessoas conseguem maior estabilidade emocional, melhorando a qualidade de vida, no presente, e preparando um futuro com recursos para fazer face as naturais demandas da velhice.
Na própria 3ª Idade é possível otimizar a utilização do dinheiro e se ter uma vida financeira equilibrada. Como chegar a esta compreensão é o tema tratado em nossas palestras e cursos. |